sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vamos em frente, retroceder não dar.


É isso aí pessoal! O segundo turno é uma realidade que já bate em nossa porta a procura de uma decisão. No primeiro turno fui mais um e Marinei, assim como bravos quase 20 milhões de brasileiros. Mas eis que é chegada a hora de fazer valer minha opinião e meu voto. Não vou jogar a responsabilidade nas costas dos outros votando nulo e me eximir da responsabilidade de decidir por qual caminho quero que o meu país caminhe no futuro, também não vou esperar a decisão da guerreira Marina e seguir
seus passos, por mais nobres que sejam no apoio a “A’’, a “B’’, ou, simplesmente, demonstrando neutralidade. Serei mais um, mais um agora com DILMA.
Parafraseando Tiririca, ‘’pior que ta, não pode ficar’’, prefiro prosseguir com a continuidade do governo LULA e suas melhorias, a voltar a ser massa de manobra da elite brasileira. Sempre fui partidário de uma democracia, na sua essência, com alternância de poder, com o povo soberano... E tantas qualidades que essa nobre criação humana nos oferece, dessa forma , validando a idéia de alternância e não de retrocesso do poder, sou DILMA para continuar mudando 500 anos de história de um povo vividos na senzala, encontramos a chave e agora estamos na rua, voltar pra senzala nunca mais. Vamos lá Brasil.

quarta-feira, 5 de maio de 2010


Democracia. Povo Soberano. Eleições. Voto Universal. Cidadão. Liberdade de Expressão. Justiça. Igualdade. Tudo isso e muito mais são pontos essenciais de uma República, no entanto, no Brasil, até princípios basilares de uma ordem política democrática, tem nossas estranhas peculiaridades.
Vota Brasil, mas não se esqueça de levar a consciência. Se é que tens.

terça-feira, 4 de maio de 2010


Luiz Inácio DILMA da Silva. Será que vai ser assim até o fim?Mas, que fim? Espero que não seja o seu nem o meu, e muito menos daqueles que acreditam em uma política decente. Falar em fim é desejar e sonhar com um fim de uma política suja, mau caráter, baseada no ''indesejado jeitinho brasileiro''.
As eleições se aproximam e com ela a oportunidade de mudarmos o cenário político do nosso país. Não venho aqui criticar o que vivemos até hoje, seja no governo FHC ou no governo Lula. Acredito que foram governos de acordo com a realidade nacional. Ambos foram bons, e, em seus respectivos períodos, contribuíram para o que o Brasil é atualmente. O que não concordo é a continuação dessa política bipolar, é preciso olhar para o futuro com ousadia, com a certeza que que a política brasileira não se resume a um punhado de pessoas que se acham detentoras da fórmula do bem estar nacional. É preciso mudar, e essa mudança começa com cada um de nós. Infelizmente as opções nos empurram para uma continuidade do atual governo ou para um retrocesso ao FHC do SERRA. Mas danou-se até parece à política do café com leite. Socorro!!!

segunda-feira, 19 de abril de 2010


Falarmos em direitos sociais é observarmos na historia o processo evolutivo do homem enquanto ser social. A busca por uma sociedade justa, igualitária nos possibilitou a necessidade de concretização de um bem comum. A criação dos estados democráticos, o constitucionalismo, etc., foram pontos que nos remeteram a criação e consolidação dos direitos e garantias do indivíduo enquanto seres sociais. Dentro desse contexto, encontramos no ordenamento jurídico pátrio a efetiva concretização do reconhecimento e valorização do homem enquanto ser vivo, detentor de dignidade, de direitos, garantias, e não menos, deveres.
Na CF/88 no seu título II, capítulo II, destaca, respectivamente, menção aos direitos fundamentais do indivíduo e os direitos sociais, dentre estes o trabalho. A carta magna busca assim, a efetiva concretização de uma sociedade justa, igualitária, livre, dando aos seus uma capacidade plena de realização enquanto integrantes de um sistema. Os direitos sociais estão diretamente ligados aos direitos humanos e a dignidade da pessoa humana.
O Brasil como signatário de alguns tratados internacionais que reconhecem os direitos sociais como direitos fundamentais, admite os direitos sociais inerentes a pessoa humana e pactua o princípio do não retrocesso social, ou seja, consagra a aplicação progressiva dos direitos sociais. Dessa maneira, acredito que os art.7° ao 11° CF/88, não são apenas normas programáticas, seriam garantias constitucionais de um direito social específico, o direito ao trabalho, atividade que dar margem ao exercício de uma série de direitos e garantias inerentes ao ser humano na condição de transformador da sua própria realidade social.